Sabe o que mais trava o potencial de uma equipe? Silêncio.
Não o silêncio das reuniões, mas o silêncio das ideias não ditas, das discordâncias guardadas, do medo de se posicionar.
Já vivi isso. E, honestamente, é um terreno perigoso para qualquer liderança.
Foi aí que conheci uma prática que transformou minha forma de conduzir equipes: o pacto do diálogo franco.
Essa abordagem é simples na essência, mas poderosa na prática. Ela parte de um princípio: ninguém cresce calado.
E quando criamos um ambiente onde todos se sentem seguros para falar a verdade, inclusive para discordar, o resultado é confiança. É colaboração real.
O que sustenta esse pacto?
– Transparência radical: todo mundo na mesma página, sem jogos de poder.
– Escuta ativa de verdade: sem interromper, sem preparar a resposta enquanto o outro fala.
– Respeito como regra: mesmo (ou especialmente) nas divergências.
Implementamos isso em uma equipe multifuncional recentemente. O impacto foi claro:
– Conflitos mais saudáveis (e produtivos)
– Decisões mais éticas e alinhadas
– Um fluxo constante de ideias criativas e soluções conjuntas
É impressionante como a inovação aparece quando a confiança vira cultura.
Se você lidera pessoas, aqui vai um convite direto:
Seja o primeiro a praticar. Compartilhe seus erros. Pergunte mais. Fale menos. Convide a verdade para a mesa.
Parece simples? Nem sempre é. Mas é aí que a liderança se mostra.
Como você tem criado espaços de diálogo na sua equipe?
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