Todo fundador já viveu esse dilema: confiar no instinto ou estruturar a gestão?
No início, empreender é visceral.
Tomamos decisões rápidas, guiados pela paixão, pela urgência e, muitas vezes, pelo feeling.
Mas à medida que a startup cresce, o que trouxe até aqui deixa de ser suficiente.
É nesse ponto que muitos se perdem… ou evoluem.
A transição do instinto para a governança estruturada não é simples.
Ela exige abrir mão do controle direto, confiar na equipe, criar processos claros e tomar decisões mais racionais sem perder a alma do negócio.
É nessa virada que startups se tornam empresas.
E empreendedores, líderes.
Se você está nesse ponto de virada, vale refletir:
o que precisa ser deixado para trás para que sua empresa possa avançar?
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